Trump diz que pedirá a Xi Jinping para “abrir” a China

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na madrugada desta quarta-feira (13) que pedirá ao presidente chinês, Xi Jinping, que “abra” a China durante sua cúpula com o líder, enquanto CEOs de várias grandes empresas americanas o acompanham na visita.
Trump fez o comentário em uma publicação nas redes sociais, ao mesmo tempo em que contestava as notícias sobre a lista de convidados para a viagem, afirmando que o CEO da Nvidia, Jensen Huang, da Nvidia, havia sido convidado.
“A CNBC informou incorretamente que o grande Jensen Huang, da Nvidia, não foi convidado… Na verdade, Jensen está neste momento a bordo do Air Force One”, escreveu Trump, acrescentando que aguardava ansiosamente o encontro com Xi “em questão de horas” e que a abertura da China seria seu “primeiro pedido”.
“É uma honra ter Jensen, Elon Musk, Tim Apple, Larry Fink, Stephen Schwarzmann, Kelly Ortberg (Boeing), Brian Sikes (Cargill), Jane Fraser (Citi), Larry Culp (GE Aerospace), David Solomon (Goldman Sachs), Sanjay Mehrotra (Micron), Cristiano Amon (Qualcomm) e muitos outros viajando para a grande China, onde pedirei ao Presidente Xi Jinping, um líder de extraordinária distinção, que abra a China para que essas pessoas brilhantes possam fazer sua mágica e ajudar a levar a República Popular da China a um nível ainda mais alto!”, afirmou Trump na publicação.
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O presidente americano pediu a Huang de última hora que se juntasse à viagem, disse uma fonte familiarizada com o assunto. Ele não constava de uma lista inicial de executivos que viajariam, fornecida pela Casa Branca nesta semana.
Huang foi visto embarcando no Air Force One durante uma escala para reabastecimento no Alasca, com a chegada de Trump a Pequim prevista para o final desta quarta-feira, antes de reuniões com Xi que incluirão um banquete e uma visita ao Templo do Céu, patrimônio da UNESCO.
Além do comércio, as negociações abordarão uma série de assuntos delicados, desde a guerra com o Irã até a venda de armas americanas para Taiwan, a ilha governada democraticamente e reivindicada pela China.
Espera-se que Trump incentive a China a convencer Teerã a fazer um acordo com Washington para pôr fim ao conflito, embora ele tenha dito que não achava que precisaria da ajuda chinesa .
A China reiterou na quarta-feira sua forte oposição à venda de armas dos EUA para Taiwan, e o status de um pacote de US$ 14 bilhões que aguarda a aprovação de Trump permanece incerto.
Os Estados Unidos são legalmente obrigados a fornecer a Taiwan os meios para se defender, apesar da ausência de relações diplomáticas formais.
Fonte: CNN Brasil
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