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Candidatos do Prouni concorrerão à ampla concorrência antes de disputar vagas de cotas, decide governo


Sala de aula em Campinas; estudantes; alunos; escola
Reprodução/EPTV
O presidente Lula assinou nesta terça-feira (31) um decreto que altera o funcionamento das cotas do Programa Universidade Para Todos (Prouni). Agora, todos concorrerão à ampla concorrência e, caso não seja beneficiado, o candidato com perfil da vaga será automaticamente direcionado às cotas.
O objetivo é fazer com que alunos pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência concorram tanto na ampla concorrência quanto por cotas, aumentando, assim, o número de estudantes com essas características nas instituições privadas de ensino superior.
Para isso, o participante deverá indicar no ato de inscrição se possui perfil para concorrer às bolsas destinadas à cotas e se deseja concorrer também nesta modalidade.
Ainda assim, todos concorrerão inicialmente às bolsas destinadas à ampla concorrência e, se não for alcançada nota para ingresso por meio dessa modalidade, passarão a concorrer às bolsas destinadas à implementação de políticas afirmativas.
As mudanças passarão a valer a partir da data de publicação do decreto. O anúncio foi feito durante um evento que acontece no Parque Anhembi em São Paulo, e celebra os 21 anos de criação do Prouni.
Na ocasião, o governo destacou alguns números do programa no período:
27,1 milhões de estudantes inscritos;
7,7 milhões de bolsas ofertadas;
3,6 milhões de vagas ocupadas;
1,5 milhão formados pelo Prouni.
Programa Escola Nacional de Hip-Hop H2E
O presidente Lula e o ministro Camilo Santana apresentaram, nesta terça-feira (31), o novo programa do governo federal, Escola Nacional de Hip-Hop H2E. O programa busca fortalecer a aplicação das leis que tornam obrigatório o ensino das histórias e das culturas afro-brasileiras, africanas e indígenas na educação básica.
Além disso, o governo quer promover uma inovação no currículo das escolas da redes públicas por meio da “valorização e da integração de pedagogias e culturas de hip-hop, da formação continuada de professores”.
A iniciativa conta com um investimento de R$ 50 milhões em 2026 e 2027.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O governo definiu o programa como uma “estratégia inovadora para o engajamento juvenil”, e detalhou:
“O hip-hop tem relevância cultural entre os jovens brasileiros pelo seu potencial transformador na educação em direitos humanos, diversidade, aprendizagem e cidadania ativa.”
Entre os objetivos da iniciativa, estão:
Fomentar o protagonismo juvenil nas redes de ensino;
Contribuir para o enfrentamento das desigualdades educacionais por meio de inovações pedagógicas e curriculares;
Contribuir para a implementação das Leis nº 10.639 e nº 11.645;
Fortalecer a integração de saberes tradicionais, populares e científicos nos currículos escolares;
Apoiar as redes de ensino na integração do hip-hop como instrumento didático-pedagógico nos currículos da educação básica;
Contribuir para a formação continuada dos profissionais da educação, estimulando o desenvolvimento de competências para a utilização da cultura hip-hop como abordagem pedagógica.
Apoio à cursinhos populares
O ministro Camilo Santana também anunciou nesta terça uma ampliação na Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), criado em 2025.
No ano passado, foram 384 cursinhos apoiados pelo governo federal, e R$ 74,4 milhões em investimento nos cursos preparatórios populares.
Em 2026, todos os cursos inscritos na iniciativa serão apoiados, de acordo com o ministro. Serão mais de mil cursinhos e R$ 290 milhões aplicados na CPOP.
Lei de Cotas
A Lei de Cotas foi outra política destacada durante o evento.
Quase 95 mil estudantes cotistas ingressaram na educação superior de 2024 a 2026.
O número de cotistas aprovados por ampla concorrência no Sisu 2025 cresceu 124% em relação a 2024.
O número de bolsistas do Prouni autodeclarados pretos, pardos ou indígenas aumentou 65%.
307,5 mil cotistas se matricularam em instituições públicas entre 2023 e 2026 (39% dos ingressantes desde o início da Lei de Cotas).
Crescimento de 177% de cotistas matriculados pelo Sisu de 2023 a 2025 (de 45 mil para 105 mil).
E, em 14 anos, quase 2 milhões de cotistas matriculados em universidades públicas e privadas.
790,1 mil cotistas pelo Sisu, 1,1 milhão pelo Prouni e 29,6 mil pelo Fies.


Fonte: g1 > Educação

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