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G7 reforça sanções à Rússia e cria rede de portos para combater o tráfico


Líderes mundiais e cônjuges posam para foto antes de jantar de gala na cúpula do G7, em Evián, na França, em 16 de junho de 2026.
Evelyn Hockstein/ Reuters
Os líderes do G7, grupo que reúne algumas das principais economias do mundo, afirmaram nesta quarta-feira (17), durante cúpula na França, que ampliarão a pressão sobre a Rússia em apoio à Ucrânia. O também anunciou novas medidas de combate ao tráfico internacional de drogas.
“Nesse contexto, fortaleceremos nossas sanções (contra a Rússia), incluindo aquelas voltadas aos setores de petróleo e gás”, disseram os líderes em uma declaração conjunta.
Separadamente, os líderes comemoraram o acordo entre os Estados Unidos e o Irã de cessar-fogo e afirmaram estar prontos para contribuir com sua implementação.
Eles acrescentaram que farão esforços para diversificar as rotas de fornecimento de energia, reduzir a dependência do Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do suprimento mundial de petróleo, e aumentar os estoques de energia.
Em declaração conjunta, os líderes do G7 reafirmaram o compromisso de buscar soluções coordenadas para desarticular redes de tráfico de drogas e anunciaram a criação de uma rede de portos do G7+ para reforçar o combate ao narcotráfico.
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“Comprometemo-nos a desarticular a infraestrutura econômica que viabiliza essas atividades ilegais, fortalecendo as investigações financeiras para rastrear, congelar, apreender e confiscar receitas e ativos associados, incluindo ativos virtuais”, disseram em comunicado.
O grupo também encarregou ministros de elaborar, até novembro de 2026, um plano de ação para combater a infiltração de instituições por redes de tráfico e organizações criminosas.
Além disso, os países se comprometeram a ampliar investigações financeiras para rastrear, congelar, apreender e confiscar recursos e ativos ligados a atividades ilegais, incluindo ativos virtuais. Os líderes também prometeram aprofundar a cooperação com países de origem e de trânsito para desmantelar redes de contrabando e tráfico.
Por fim, a liderança do G7 informou que acompanha novas abordagens legais adotadas por alguns de seus membros em parceria com países terceiros para fortalecer a gestão migratória.
*Com informações da Reuters.

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