Crise hipertensiva: o que é, sintomas, causas e tratamento

A crise hipertensiva é quando a pressão está acima de 180×120 mmHg, popularmente conhecida como 18×12, provocando sintomas como tontura, zumbidos, dor de cabeça, sensação de falta de ar, dor no peito e visão embaçada.
Essa situação pode acontecer em pessoas que nunca tiveram problemas de pressão, no entanto é mais comum de acontecer em pessoas que possuem pressão alta e não seguem o tratamento recomendado pelo médico.
Na presença de sintomas de crise hipertensiva, é importante aferir a pressão arterial e consultar o cardiologista para identificar possíveis causas e iniciar o tratamento adequado, reduzindo o risco de complicações.

Principais sintomas
Os principais sintomas da crise hipertensiva são:
- Tontura;
- Visão embaçada;
- Dor de cabeça;
- Zumbidos;
- Sensação de falta de ar;
- Dor na nuca;
- Dor no peito, em alguns casos;
- Mal-estar geral.
Os sintomas da crise hipertensiva surgem quando a pressão aumenta rapidamente. Nesses casos, é importante medir a pressão e procurar atendimento hospitalar se estiver muito elevada, para avaliação e tratamento adequado.
Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico da crise hipertensiva é feito pelo cardiologista inicialmente a partir da avaliação dos sintomas apresentados e medição da pressão arterial.
Marque uma consulta com o cardiologista mais próximo para avaliar os níveis de pressão arterial e, assim, iniciar o melhor tratamento, caso haja necessidade:
Além disso, o médico pode indicar a realização de outros exames para confirmar o diagnóstico, como o eletrocardiograma, avaliação de saturação de oxigênio, ausculta cardíaca e dos pulmões, além de exames oculares.
Calculadora da pressão arterial
Para saber se a sua pressão está normal, insira os valores na calculadora a seguir:
{CALCULADORA_PRESSAO_ARTERIAL}
Os resultados da calculadora servem apenas como orientação e não substituem a avaliação do cardiologista.
Causas da crise hipertensiva
A crise hipertensiva pode ser classificada em dois tipos principais:
- Urgência hipertensiva: que acontece quando há aumento nos níveis de pressão arterial e que pode acontecer pela primeira vez ou ser uma descompensação;
- Emergência hipertensiva: em que é verificado aumento súbito da pressão arterial associado a lesão de algum órgão, podendo estar relacionada com situações graves como infarto agudo do miocárdio, encefalopatia hipertensiva, edema agudo de pulmão, acidente vascular cerebral hemorrágico ou dissecção de aorta, por exemplo.
Os principais órgãos afetados por uma crise hipertensiva são os olhos, o coração, o cérebro e os rins, podendo ocorrer alterações no funcionamento desses órgãos.
Como é feito o tratamento
O tratamento da crise hipertensiva pode variar de acordo com o resultado dos exames realizados e com o tipo de crise hipertensiva. Em caso de urgência hipertensiva, pode ser apenas recomendado pelo médico o uso de medicamentos para regular a pressão arterial.
Por outro lado, no caso de emergência hipertensiva, é indicado que a pessoa fique internada para que os sintomas sejam monitorados e controlados e para que a pressão seja normalizada em até 1 hora com o uso de remédios diretamente na veia para evitar complicações.
Além disso, é importante manter a pressão controlada e seguir as recomendações do médico, como praticar atividade física regularmente e ter uma alimentação saudável e equilibrada. Veja mais detalhes do que fazer quando a pressão está alta.
Fonte: Tua Saúde
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