Saúde

12 dicas para melhorar a memória (com teste)

Algumas formas para melhorar a memória são utilizar técnicas que facilitam o acesso à memória e aumentam o número de conexões feitas pelo cérebro, como aprender algo novo, realizar jogos de memória e exercícios físicos, por exemplo.

Além disso, outras formas de melhorar a memória incluem dormir bem, revisar e repetir informações, reduzir o estresse, consumir alimentos antioxidantes e utilizar sons binaurais.

As técnicas para melhorar a memória ajudam a manter o cérebro ativo. No entanto, se a dificuldade persistir, é recomendado consultar o neurologista, pois fatores como estresse ou deficiência de vitamina B12 também podem estar envolvidos

Leia também: Perda de memória: 9 principais causas (e como tratar)

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Imagem ilustrativa número 1

Teste para a memória

Para verificar como está a memória, realize o teste, que consiste em observar uma imagem por 60 segundos e responder às perguntas a seguir:

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Como melhorar a memória

As principais dicas para ajudar a melhorar a memória são:

1. Aprender algo novo

Aprender habilidades novas, como idiomas, instrumentos musicais ou atividades que exigem raciocínio diferente, estimula a criação de novas conexões neuronais. 

Sair da zona de conforto e se engajar em tarefas graduais e progressivas permite que o cérebro se adapte e consolide informações de forma mais eficiente, fortalecendo a memória e a capacidade de raciocínio.

2. Realizar jogos de memória

Atividades como palavras cruzadas, sudoku, quebra-cabeças e exercícios de raciocínio mantêm a mente ativa. Confira os principais exercícios para memória.

Além disso, sessões curtas e regulares de 15 minutos desses jogos, podem melhorar a memória recente, a concentração, a capacidade de resolver problemas e reduzir o risco de declínio cognitivo com o tempo.

3. Fazer anotações

Fazer anotações enquanto se está em uma aula, reunião ou palestra aumenta a capacidade de nossa memória por ajudar a fixar a informação na mente.

Ao ouvir algo, escrever e reler automaticamente enquanto escreve aumenta o número de vezes que o cérebro recebe aquela informação, facilitando a aprendizagem e fixação.

4. Revisar e repetir informações

A retenção de informações aumenta quando elas são revisitadas periodicamente, tanto de conteúdos teóricos quanto de habilidades práticas, ajudando o cérebro a armazenar na memória de longo prazo.

Isso acontece porque estudar um tema novo apenas na véspera da prova ou acessar informações apenas uma vez faz com que o cérebro logo interprete a informação como irrelevante, descartando rapidamente da memória de longo prazo.

Assim, ao ler ou estudar algo que deseja fixar, deve-se fechar o caderno ou tirar os olhos da informação, e memorizar o que foi acabado de ler ou ouvir, e também tentar recordar informações sem consultar material externo.

Repetir esse processo várias vezes ao longo do dia ou da semana ajuda a consolidar o conhecimento e torna mais fácil acessar a informação posteriormente.

5. Realizar exercícios físicos

Movimentar o corpo regularmente, por meio de caminhadas, natação, bicicleta ou qualquer atividade aeróbica, cria condições favoráveis para o funcionamento do cérebro.

Pequenas mudanças no dia a dia, como subir escadas ou alongar-se periodicamente, também podem gerar benefícios cognitivos significativos.

O exercício físico aumenta o fluxo sanguíneo, promove a saúde dos neurônios e ajuda a melhorar a memória de curto e longo prazo.

Leia também: 16 benefícios da atividade física (e como começar)

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Além disso, a prática regular de exercícios reduz o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e hipertensão, todas associadas a prejuízos cognitivos e maior risco de declínio da memória.

Os exercícios físicos também diminuem o estresse e aumentam a produção de fatores de crescimento que estimulam a formação de novas conexões entre neurônios, facilitando o armazenamento e a recuperação de informações.

6. Dormir bem

Durante o sono, especialmente nas fases mais profundas, o cérebro consolida e organiza informações aprendidas ao longo do dia, sendo necessário para a maior parte dos adultos de 7 a 9 horas de sono.

Por isso, manter horários regulares para dormir, evitar interrupções e criar um ambiente propício ao descanso fortalece a memória e melhora a clareza mental. Cochilos estratégicos também podem reforçar o aprendizado. Conheça os benefícios do cochilo e o tempo ideal.

A privação de sono ou a interrupção frequente do descanso prejudica a memória, reduz a criatividade, compromete a capacidade de análise crítica e dificulta a resolução de problemas.

Leia também: Por que precisamos dormir bem?

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7. Ter uma vida social ativa

Manter relações sociais frequentes e significativas beneficia a memória e o funcionamento cognitivo de forma geral. 

Interações regulares com amigos, familiares ou até mesmo conversas prolongadas por telefone ajudam a reduzir o estresse, estimular a aprendizagem e aprimorar habilidades de raciocínio e argumentação. 

Além disso, a convivência com animais de estimação também pode contribuir para manter o cérebro ativo e engajado.

8. Reduzir o estresse 

Altos níveis de estresse e ansiedade prejudicam a capacidade de memorização e atenção. 

Práticas que promovem relaxamento, como meditação, respiração profunda ou atividades prazerosas, permitem que o cérebro organize melhor as informações, favorecendo a memória de forma natural.

Leia também: 8 técnicas de relaxamento para acalmar a mente

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9. Consumir alimentos bons para o cérebro

Alimentos ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais ajudam a proteger os neurônios do desgaste causado pelo estresse oxidativo, fortalecendo a memória e a atenção. 

Frutas como morango e laranja, além de vegetais verdes escuros como espinafre e brócolis, são exemplos que contribuem para a saúde cerebral. 

Além disso, alimentos ricos em ômega‑3, como peixes, semente de linhaça ou chia e nozes, também favorecem a formação de novas conexões entre neurônios e melhoram a comunicação entre diferentes regiões do cérebro.

O consumo diário ou frequente desses alimentos, pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças como depressão, demência, Alzheimer ou Parkinson, por exemplo. Veja a lista completa de alimentos bons para o cérebro.

10. Evitar açúcar e alimentos ultraprocessados

Alimentos ultraprocessados, ricos em açúcares adicionados e gorduras saturadas em excesso podem prejudicar o funcionamento cerebral, reduzindo a capacidade de concentração e memória. 

Por exemplo, refrigerantes, doces industrializados, frituras e fast food são alimentos que, quando consumidos regularmente, podem aumentar a inflamação e interferir no metabolismo cerebral. 

Evitar ou reduzir esses alimentos ajuda a manter o cérebro saudável e a memória mais eficiente.

11. Utilizar sons binaurais

A exposição a sons binaurais, que combinam duas frequências ligeiramente diferentes em cada ouvido, pode favorecer estados de concentração e relaxamento, criando condições que auxiliam a memória e o aprendizado. 

Essa prática pode aumentar a atenção, reduzir o estresse e melhorar a retenção de informações, ao sincronizar ondas cerebrais em ritmos específicos. 

O uso consistente, mesmo que por curtos períodos diários, contribui para um ambiente mental mais receptivo ao processamento e à fixação de novas informações. Saiba como usar os sons binaurais.

12. Reduzir hábitos nocivos

Hábitos como fumar, consumir álcool em excesso ou usar substâncias nocivas aumentam a inflamação, reduzem a oxigenação do cérebro e comprometem a memória. 

A moderação ou a abstinência dessas práticas ajuda a preservar os neurônios, protege a capacidade de aprendizado e atenção e mantém o funcionamento cerebral em condições ideais.

Leia também: Como parar de fumar: 8 dicas para deixar o vício

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Fonte: Tua Saúde

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