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Ex-Corinthians dispara após confusão no Dérbi: “Se preocupar com resultado”

O clássico entre Corinthians e Palmeiras terminou em confusão generalizada nos bastidores da Neo Química Arena após o apito final.

Jogadores dos dois clubes relatam ter sofrido agressões, com versões conflitantes sobre o ocorrido, resultando em boletins de ocorrência, exames de corpo de delito e possíveis desdobramentos tanto na esfera criminal quanto na Justiça Desportiva.

Betão, ex-zagueiro do Corinthians, comentou que a situação foi “totalmente desnecessária”, ressaltando que os jogadores já foram para o clássico com um nível elevado de tensão.

“Totalmente desnecessário. Os jogadores já foram para o clássico com um nível muito elevado de tensão”, analisou durante o programa Convocação CNN.

“Depois do jogo, acabou o jogo, vida que segue. Muitos ali são amigos, são companheiros que já trabalharam nos clubes juntos. E ter esse nível de tensão após o jogo não faz sentido nenhum”, afirmou.

“Até porque vai prejudicar tanto o Corinthians quanto o Palmeiras. Eu sei que tem outros funcionários envolvidos, mas os jogadores tem que estar mais preocupados com o resultado no campo do que ficar criando confusão fora no pós-jogo.”

De um lado, Gabriel Paulista e Breno Bidon, do Corinthians, afirmam terem sido agredidos por seguranças do Palmeiras, que estavam vestidos de branco no local. Do outro, o jogador Luís, do Palmeiras, relata que foi agredido por um funcionário corintiano no momento em que se dirigia para realizar o exame de doping.

Segundo Raul Moura, o Corinthians tentou chegar a um acordo para não levar o caso adiante, mas funcionários do Palmeiras e o jogador Luís foram até o GECRIN (Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância) da Neo Química Arena para registrar boletim de ocorrência e realizar exame de corpo de delito. Diante disso, o clube alvinegro decidiu adotar a mesma postura.

Tensão excessiva e número de pessoas não envolvidas no jogo

Um dos aspectos destacados durante a discussão foi a quantidade de pessoas não diretamente envolvidas no jogo presentes no local da confusão, especialmente seguranças.

“Tem mais segurança que jogador, para começar”, observou um dos comentaristas.

Foi mencionado também que o Palmeiras costuma levar um número considerado “assustador” de seguranças em dérbis, algo que não se vê em outros clássicos do Corinthians.

O clássico, que terminou empatado, acabou ficando marcado mais pelas cenas lamentáveis nos bastidores do que pelo futebol apresentado dentro de campo.

O jogo em si teve poucas chances claras, destacando-se apenas uma oportunidade perdida por Yuri Alberto, do Corinthians, e uma grande defesa do goleiro Hugo, do Palmeiras, em um desvio de Gabriel Paulista.

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Fonte da Matéria: CNN Brasil

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